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segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

SEM GELO

 

Foto: Getty Images

2025 é o ano que marca o retorno de um piloto brasileiro ao grid. Essa informação é importantíssima não só pelo nosso patriotismo, mas também pelo que ela significa. O Brasil e a América do Sul são mercados importantes, sobretudo nas redes sociais, agora tão fundamentais para quem administra o negócio.

Por outro lado, 2025 também marca o fim, pelo menos agora, de uma era também importante. Embora não seja algo notório em termos de mercado, a tradição da Finlândia é inegável. Quatro títulos mundiais, três nos últimos 36. Um a cada 12. 

Tudo começou em 1974. O desbravador do país foi meu xará, Leo Kinnunen. Em seis tentativas, ele só conseguiu participar da corrida da Suécia, onde abandonou. Em 1977, Mikko Kozarowitzky tentou outras cinco participações, mas não conseguiu participar do grid.

Em 1978, a estreia de Keke Rosberg. A carreira dele vocês já devem conhecer: passagem na Copersucar e o título pela Williams em 1982 com apenas uma vitória na temporada. 

Com a saída de Valtteri Bottas, a F1 não terá finlandeses no grid, o que acontecia desde 1988. Tudo começou com JJ Lehto, que entrou na categoria em 1989, três anos depois da aposentadoria de Keke Rosberg, o campeão de 1982 (Bem, se Nico, o filho, escolhesse a nacionalidade do pai, seriam cinco títulos; 4,5, por que não?)

O piloto mais importante nessa era, indiscutivelmente, foi Mika Hakkinen. Ele entrou na categoria em 1991, mas despontou em 1993 ao chegar na McLaren e substituir Michael Andretti, sendo companheiro de equipe de Ayrton Senna por alguns meses. O resto é história: bicampeão mundial e uma aposentadoria até precoce, se considerarmos a longevidade de Alonso, Hamilton e o compatriota que o sucedeu.

Kimi Raikkonen. Já escrevi sobre ele no blog e até sobre a história da Sauber. Foi o mais jovem a estrear, pulou etapas e causou a mesma polêmica da precocidade e queima de barreiras que um certo Max Verstappen repetiu na década seguinte.

Escolhido por Ron Dennis para substituir Mika, Kimi flertou vários anos com o título, sendo parado pela Ferrari e por Michael Schumacher. Coube ao homem de gelo conquistar o único título em um ano menos brilhante que nos tempos do time de Woking (sempre repito meu pensamento: a primeira imagem de Raikkonen, para mim, é na McLaren, assim como Hamilton), o primeiro e último após a era do heptacampeão.

Junto a Hakkinen e JJ, outro Mika, o Salo, também teve seu efêmero momento de protagonista. Em 1999, ele substituiu Schumacher na Ferrari quando o alemão quebrou a perna no acidente de Silverstone e só voltou no fim daquela temporada. Sendo o segundão de Irvine, Salo teve a honra de pilotar o carro vermelho e até fez dobradinha com Eddie em Hockenheim.

Kovalainen manteve a escrita de finlandeses na McLaren, mas foi discreto. Teve destaque na Renault e caiu no lugar certo após a implosão da dupla Alonso-Hamilton. O piloto B de Lewis Hamilton teve uma única vitória na categoria, naquela corrida que até hoje dói só de lembrar...

O último dos moicanos nós acompanhamos mais recentemente. Valtteri Bottas. Ele saiu direto do título da GP3 para a titularidade na Williams. Tudo graças a Toto Wolff, seu empresário e na época ainda acionista do time de Frank. Fazendo o que podia, teve dois momentos de sorte que alavancaram a carreira.

Primeiro, no novo regulamento de 2014. O motor Mercedes transformou um dos piores carros em um dos melhores naquele instante, e Bottas aproveitou para fazer pódios e superar Felipe Massa. 

O segundo golpe de sorte foi a aposentadoria repentina do filho de finlandês, Nico, após o título mundial. Sem muito tempo para pensar, Toto lembrou do piloto agenciado e Bottas teve a sorte grande: ser piloto da equipe que dominou a F1 por sete anos.

É claro que Bottas não podia e nem tinha condições de disputar títulos com Hamilton, mas a hegemonia e as longas temporadas lhe renderam estatísticas importantes: 10 vitórias e 20 poles. É o melhor finlandês não campeão do mundo da F1.

O UOL tentou responder uma pergunta que até hoje é pertinente: como e por que um país de apenas 5 milhões de habitantes tem tanto sucesso na categoria?

Em 2021, Bruno Madrid entrevistou Emma Kimiläinen, que na época pilotava na W Series, que elencou alguns motivos: “Os finlandeses dirigem em diferentes condições. Nosso clima varia muito, então guiamos no calor e no frio, no molhado e no seco”.

A Finlândia tem paixão por carros, esquis e esportes que envolvem motores. A geografia, repleta de florestas e lagos, também contribuiu para a “formação” do piloto finlandês. Há um ditado inglês que afirma: “se quer vencer, contrate um finlandês”.

Bem, com a ausência de um piloto local, a tendência é que a cobertura da categoria no país tenha um movimento de queda, certo? Não é o caso, ao menos é o que diz Jussi Ranta, chefe de esportes da Finlândia. 

O natural interesse do finlandês por automobilismo, somado as futuras mudanças da categoria e o impacto da ida de Lewis Hamilton para a Ferrari, uma das grandes notícias do esporte nos últimos tempos, são fatores citados por Ranta a Viaplay, a emissora que cobre a F1 no país.

E agora? Sem Bottas, qual o futuro da Finlândia na F1? É uma pergunta difícil. Apesar de todo o apoio e investimento da iniciativa Flying Finn Academy, 5 milhões de habitantes não são 100 ou 200. Chegar no topo é bem complicado.

Nas categorias inferiores, pode ser que haja uma esperança de continuidade no legado. Ano que vem, Tuukka Taponen vai correr na F3. Ele é piloto da academia da Ferrari e nesse ano foi o terceiro colocado na FRECA, que teve como campeão o brasileiro Rafael Câmara, também vinculado a academia italiana.

O que sabemos é que, por enquanto, a F1 estará sem os finlandeses voadores e de gelo. Espero que o retorno seja o mais rápido possível.

Até!


terça-feira, 9 de maio de 2017

VÍDEOS E CURTINHAS #29 - Lembranças

Foto: Alchetron
Semana de Grande Prêmio da Espanha, mais uma vez no dia das mães. Hora de relembrar alguns acontecimentos importantes dessa semana no mundo da F1.

Começando pela lembrança dos 35 anos sem Gilles Villeneuve. Para muitos, um gênio. Para outros, um porra louca superestimado por suas ousadias e barbeiragens na pista. Para fugir do clichê de postar a disputa do canadense com o Rene Arnoux no GP da França, aqui fica um tributo do excelente Antti Kalhola:


Outro aniversário importante é o da Williams na F1. A equipe de Sir Frank completou 40 anos na categoria com números impressionantes: 114 vitórias com 16 pilotos diferentes, com 7 títulos de pilotos e 9 de construtores (os últimos em 1997). O maior vencedor com a equipe é Nigel Mansell, com 28 triunfos. Abaixo, todos os vencedores pela Williams:

Damon Hill (21), Alan Jones e Jacques Villeneuve (11), Nelson Piquet e Alain Prost (7), Ralf Schumacher (6), Keke Rosberg (5), Riccardo Patrese e Juan Pablo Montoya (4), Carlos Reutemann e Thierry Boutsen (3), Clay Regazzoni, David Coulthard e Heinz Harald Frentzen (1).

E claro, para completar, Pastor Maldonado. Sua única vitória na carreira (e a última da Williams até aqui) vai completar MEIA DÉCADA. Sem dúvida alguma um dos acontecimentos mais improváveis desse esporte em toda a história. Uma atuação impecável do venezuelano, que liderou do início ao fim e segurou o ímpeto de gente como Alonso e Raikkonen. Memorável. Relembrem (como o tempo passa...):

Foto: Getty Images

Sobre o boato da Brabham: ele apareceu algum tempo atrás, sem força, e continuo duvidando da sua possibilidade. Óbvio que seria espetacular que uma escuderia histórica retornasse para a categoria (importante: os donos da marca realmente são os Brabham, diferente do caso da "Lotus" recente), mas não comprando a Force India. Mesmo que os indianos estejam com dificuldades econômicas, eles foram os únicos que não só conseguiram se manter mas também crescer na categoria. 

Que os Brabham comprem o espólio de uma Manor ou Caterham da vida e recomecem sua história do zero, aumentando o grid ao invés de matar com um time tão simpático como o liderado pelo picareta Vijay Mallya.

Foto: Reprodução

Por enquanto, isso é tudo pessoal! Até mais!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

A EFICIÊNCIA VENCEU O TALENTO

Foto: Getty Images
Antes de mais nada: ninguém é campeão por acaso e não existe título injusto. Portanto, Nico Rosberg é o legítimo campeão da temporada 2016. Outra leitura que é correta de se fazer é que a quebra no motor de Hamilton no GP da Malásia decidiu o campeonato. Desde o Japão, o título de Rosberg estava encaminhado e que apenas uma catástrofe o impediria de fazer história. Hamilton utilizou todos os meios legais possíveis, mas não contava com uma prova tão insossa dos quatro possíveis "ajudantes" a desbravar o tetra. Rosberg capitalizou em cima dos erros e problemas de Lewis. Junto com sua pilotagem consistente, eficaz e regular, sagra-se campeão mundial. Agarrou a terceira oportunidade que teve.

A família Rosberg igualou o feito da família Hill: pais e filhos campeões (Graham e Damon - 1962, 1968 e 1996; Keke e Nico - 1982 e 2016). Nada mais icônico que Damon entrevistar Nico após a corrida!

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Hamilton teve um dia de Massa em 2008: vitória amarga. Lewis tem total razão em afirmar e se queixar do estouro do motor da Malásia. Entretanto, suas largadas ruins e o desempenho patético em Baku também contribuíram para a perda do tetra. Hamilton acordou tarde demais para a disputa. Mesmo assim, deu um sufoco em Nico. Não há dúvidas que o britânico é muito mais rápido e talentoso que o alemão. Todavia, Rosberg utilizou sua rapidez e constância para superar o talento e a genialidade de Lewis. Óbvio que o novo campeão tem muito talento, mas menos que Hamilton. Resta saber se Rosberg será um campeão circunstancial ou irá defender o título ano que vem com a mesma garra, força e destreza que teve esse ano.

Muito se discutiu sobre a tática de Hamilton ser suja ou não. Está nas regras e não, não é nenhum pouco suja. Se ele estava muito "lento", teoricamente era mais fácil de ultrapassá-lo, não? "Ah, mas dai o Hamilton ia jogar o carro em cima do Rosberg". Não tenho bola de cristal para saber, e outra: as chances disso dar certo eram quase nulas. Mesmo que Nico abandonasse e Lewis seguisse, era certo que seria penalizado no final. A única chance de Hamilton ser campeão era contar com a aproximação de Red Bull e Ferrari para pressionar e ultrapassar Nico ou uma quebra. Não deu, mas faz parte do jogo. Tática esperta e interessante, só faltou combinar com uma corrida melhor dos outros quatro pilotos.

Foto: Divulgação
Outra coisa: por quê a Mercedes quis tanto interferir na corrida? Tudo bem que o objetivo da equipe é fazer o 1-2 tranquilo, mas precisavam manter a palavra de "disputa entre os dois na pista sem interferência". Que palhaçada foi aquela do Paddy Lowe querer pressionar Lewis a andar mais rápido? Em detrimento de quem? Rosberg? Só para garantir os interesses da equipe? Não tinha nada em jogo a não ser o título, os construtores já haviam sido conquistados no Japão. A resposta de Hamilton foi perfeita: "sou líder e estou num ritmo bom, não vejo motivos para acelerar". Só faltou o presidente da Mercedes obrigar Lewis a acelerar. Bastava Nico ter o arrojo de ir pra cima e passar. Preferiu a cômoda segunda posição. Escolhas são escolhas, e isso bastava para o título.

Red Bull e Ferrari foram abaixo do que poderiam ter sido. Raikkonen largou bem mas teve um ritmo muito lento, foi pressionado por Ricciardo no primeiro e segundo stint para depois ser ultrapassado pelo australiano e Vettel na segunda parada de pit-stops, terminando em um longínquo sexto lugar. Ricciardo largou com os supermacios e tinha tudo para fazer uma estratégia interessante como Verstappen fez. Entretanto, inexplicavelmente a Red Bull o chamou para os boxes logo na volta seguinte onde ele liderava depois de fazer a volta mais rápida da prova, mofando na quinta posição. Uma corrida sem brilho, vitimada pelo erro estratégico dos taurinos.

Foto: Getty Images
Verstappen chegou a incomodar Rosberg quando era segundo. A rodada na largada prejudicou seus planos. Mesmo assim, foi ultrapassado com maestria pelo alemão, e não teve forças para incomodá-lo na parte final da prova, mesmo diminuindo lentamente a distância de 26 segundos que possuía. A estratégia de Hamilton permitiu a Vettel voltar para o stint final com os supermacios. Conseguiu passar as Red Bull e garantiu o pódio na terceira posição. Se tivesse mais algumas voltas, poderia ter passado Rosberg. Poderia. Agora, tudo é "se" e passado...

O outro pelotão da corrida não merece muitos comentários. Hulk e Pérez confirmaram a quarta posição da Force India nos construtores. Alonso foi o décimo. A Manor terminou na frente da Sauber. Fim de ano caótico da Toro Rosso, Haas abaixo dos pontos e Renault deprimente. Como Palmer pode ter contrato para o ano que vem numa equipe desse porte? Sobre Massa e Button, falarei durante a semana. Preciso terminar o especial Button e, em breve, farei o especial do brasileiro. Só para constar. Triste Jenson abandonar logo no início da prova. Entretanto, assim como Massa, Button pode ter mais destaque na despedida, sendo filmado pela direção de prova e homenageado pelos fãs, que o aplaudiram muito no momento em que chegou aos boxes. Uma despedida digna de um campeão mundo e boa praça. Só faltou John Button, mas ele está olhando tudo e com muito orgulho do filho.

Massa foi o nono e coroou mais um final de semana especial, com presentes e mini-documentário com a presença de todos os pilotos do grid e depoimentos de pilotos e dirigentes. Nunca vi alguém ser tão homenageado em sua última prova, nunca! Nem grandes campeões tiveram todo esse respeito e reverência que o brasileiro teve, fruto da simpatia, caráter, hombridade e respeito com todo o paddock, algo raro de ver em um meio mais do que nunca competitivo, sujo, corrupto, trapaceiro e estressante que é a F1. Valeu, Felipe!

Foto: Divulgação
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Foto: Divulgação
Foto: Getty Images
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Foto: Getty Images
Foto: Reprodução
Confira a classificação final do Grande Prêmio de Abu Dhabi:



A Fórmula só volta daqui longínquos quatro meses (muito triste em ler isso), no Grande Prêmio da Austrália, nos dias 25 e 26 de março, senão me engano. Até lá, muitos testes de pré-temporada, análises e especulações aqui no blog! 

Até!




quarta-feira, 7 de outubro de 2015

VÍDEOS E CURTINHAS #15

Foto: Divulgação
Pois bem...

Semana passada, tivemos a confirmação de que Grosjean irá mesmo para a Haas ser o primeiro piloto da equipe americana ano que vem. É grande também a especulação que ele ficará apenas essa temporada na Haas e que em 2017 substitua Kimi Raikkonen na Ferrari. Seu companheiro de equipe deve ser Esteban Gutiérrez, piloto reserva da Ferrari, que possui parceria técnica com Haas, praticamente uma equipe B dos italianos.

No lugar do francês, a Renault/Lotus cogita colocar Jolyeon Palmer, campeão da GP2 ano passado, como companheiro de equipe de Pastor Maldonado. Dupla insossa, não acham?

A Manor, surpreendendo a todos, anunciou que vai correr com o motor Mercedes ano que vem. Má notícia para a McLaren, que pode ser superada pelos nanicos e para a Red Bull, que estava negociando com os alemães (Nos próximos dias, abordarei mais essa questão). Com isso, crescem os rumores de que Pascal Wehrlein, piloto reserva da Mercedes, seja um dos pilotos da Manor ano que vem.

Foto: Divulgação

Por falar em McLaren, Jenson Button, o interminável. Mais um ano de contrato, confirmado por Ron Dennis. O campeão de 2009 estava dividido e até desmotivado com a péssima temporada do pessoal de Woking, mas seguirá como parceiro de Alonso para 2016, onde eles e os japoneses da Honda tentarão não repetir o fiasco dessa temporada. Quem diria, mas ainda veremos os "velhinhos" na próxima temporada - Alonso, Button, Massa e Kimi - Talvez metade desses se aposente ano que vem, hahaha

A Toro Rosso teria fechado acordo com a Ferrari para o ano que vem. Segundo o F1 Today.net, os Italianos disponibilizariam a versão 2015 da unidade de potência do cavalinho rampante para o pessoal de Frank Tost. Pode não ser grande coisa, mas certamente a equipe satélite da Red Bull andaria na frente de Lotus, Sauber, McLaren, Haas e Manor mesmo assim. Nada mal, pois eles têm apenas a responsabilidade de abastecer a mãe Red Bull com jovens talentos.

RELEMBRAR É VIVER: Há 41 anos, Emerson Fittipaldi era bicampeão do mundo em seu primeiro ano na McLaren. Foi o primeiro título de Woking nos pilotos e nos construtores. O título foi comemorado nos EUA, após Emmo contar com o abandono de seus rivais Clay Regazzoni, da Ferrari, e Jody Scheckter, da Tyrell. Confira a reportagem especial da Globo no ano passado, quando foi comemorado os 40 anos da conquista:


E há 30 anos, Nigel Mansell, então com 32, vencia pela primeira vez na carreira, no GP da Europa. Entretanto, corrida ficou marcada pelo pega entre Senna, na Lotus e Keke Rosberg, na Williams. O Finlandês vinha pressionando o brasileiro até que ia ultrapassá-lo, mas Senna fechou a porta e fez Keke rodar, fazendo com que Piquet, na Brabham, batesse na Williams que estava a sua frente, abandonando a prova. Irritado, Rosberg foi para os boxes e ficou 1 minuto atrás de Senna. Prestes a levar uma volta do brasileiro, ele simplesmente não deixou a Lotus passar, e Mansell aproveitou o embalo para ultrapassar Senna e disparar na frente. Não satisfeito, Keke prendeu Senna mais um tempinho, deixando caminho livre para Mansell finalmente brilhar na F1. Essa corrida também marcou o primeiro título de Alain Prost na carreira. Veja!