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| Foto: Getty Images |
Mônaco é Mônaco. O sábado pode decidir o final de semana. Pérez bateu no Q1 e encerrou o papo de que pode brigar com Max. Tem gente que acreditava nisso inocentemente... Max Verstappen fez a volta voadora mais triste dos últimos tempos e impediu que Don Fernando, a Fênix, voltasse a posição de honra depois de mais de 10 anos.
Haveria uma esperança no domingo, mas estava ali acesa uma possibilidade pela vitória e o fim do jejum. Era preciso acreditar e esperar a oportunidade.
Em Monte Carlo, as oportunidades são escassas. Depende de erros, batidas ou de uma mudança climática. Até a volta 52, o marasmo já esperado. A chuva entra em ação e promete um final de corrida caótico. Só o clima para desafiar Max Verstappen.
Don Fernando tinha a grande chance. 2023 finalmente voltou a sorrir e agora era o ápice. Pódios são bacanas, mas o que as pessoas lembram são as vitórias. O timing era complicado, pois em 2/3 da pista ainda estava seco. Alguns apostaram nos intermediários, Max e Sainz, por exemplo.
Alonso tinha a grande chance. Escolha da equipe ou feeling do piloto. Por uma volta, a escolha. A Fênix manteve os pneus de pista seca. O circuito piorou. A sorte é que a vantagem diante dos demais era muito grande.
Alonso perdeu a grande chance da vitória consagradora em Mônaco, onde já venceu e por anos preteriu pela Indy, que foi disputada horas depois. Por uma escolha, por uma volta. Pela reação pós-corrida, foi muito mais no feeling do que uma imposição da equipe. Acontece. Os gênios envelhecem e erram.
O mais impressionante é que, mesmo com o tempo virando drasticamente, não houve Safety Car, nem acidentes graves, apenas toques normais. Necessário elogiar a perícia de todo mundo. No fim das contas, nem a mãe natureza impediu mais um triunfo de Max Verstappen.
Sem Pérez, que enquanto tudo isso acontecia, foi apenas o 16°, outro que herdou um lugar no pódio foi Esteban Ocon, o primeiro francês desde Olivier Panis a conseguir tal feito. A Alpine precisava dar uma resposta depois de um início fraco e com direito a críticas públicas do presidente.
A "nova Mercedes" teve um bom resultado, mas um circuito de rua nunca é um parâmetro aceitável para definir qualquer coisa, seja boa ou ruim. Na Ferrari, Sainz segue mostrando que tem um limite na hora H e que Leclerc perdeu a chance de um pódio em casa por uma punição no sábado - outra vez a irregularidade dando as caras.
A McLaren conseguiu pontos humildes importantes com os dois pilotos. Lawrence precisa perceber que o filho é um atraso na Aston Martin. Sargeant ser passado por todo mundo nessa pista me assustou um pouco. O rapaz está pronto para a F1?
Enfim, vai ser difícil parar duas Red Bull. O erro humano e a mãe natureza estão aí, mas nada parece deter Max Verstappen.
Confira a classificação final do GP de Mônaco:
Até!
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