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| Foto: Shutterstock |
Eddie Jordan se foi na quinta-feira, aos 76 anos, na Cidade do Cabo. Há anos ele sofria de câncer de próstata e na bexiga. Parecia ontem que ele apresentava um podcast da F1.
A história de Eddie Jordan você já conhece porque eu publiquei aqui durante a pandemia. Para quem não lembra, não conhece ou chegou depois aqui no blog, vou disponibilizar os links no fim do texto.
Resumidamente, um dos últimos garagistas, junto com Frank Williams e Giancarlo Minardi. Além do carro amarelo com patrocínios diferentes no bico, a equipe foi a porta de entrada na F1 para nomes como Michael Schumacher e Rubens Barrichello.
Simbólico que o único piloto que começou enquanto a Jordan ainda existia é justamente Fernando Alonso, que hoje pilota a Aston Martin, herdeira do time que depois foi Midland, Force India e Racing Point. A equipe homenageia Jordan com um adesivo no carro neste final de semana, na China.
Aos poucos, nossas referências vão se despedindo. É o ciclo da vida. Isso me deixa particularmente mais sensível porque meu avô faleceu na quarta-feira.
Eddie fez história na F1 com sua liderança, carisma, arrojo e liderança. Não há mais tantas figuras que nem ele no paddock. Os tempos são outros.
Me lembro de escrever a série na pandemia, na incerteza e trancafiado na casa de praia com a minha mãe. Estava deitado na cama, escrevendo no word, pesquisando textos, vídeos e traduções para manter a produtividade e esquecer um pouco daquele clima de medo e incerteza que nos rondava. Há um certo tom melancólico ao relembrar, confesso. Passa muito rápido...
Bem, confira aqui (ou reveja) a série que eu escrevi em 2020, durante a pandemia, contando a trajetória da equipe:
Descanse em paz, Eddie.
Até!

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