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| Foto: Divulgação/Red Bull |
Como esperado, em duas corridas Liam Lawson virou o pior piloto do mundo. Este título já pertenceu a Sérgio Pérez, Alexander Albon, Pierre Gasly, Daniel Ricciardo, Daniil Kvyat, entre outros...
Isso que nem considero os pagantes como Mazepin e Stroll, por exemplo.
Existem duas discussões distintas sobre a questão Lawson: ele já merecia subir direto para a Red Bull sem tanta experiência ou resultados que justificassem isso? Não.
Ele é um piloto ruim? Não.
Isso diz mais sobre o comando e a cultura da Red Bull do que os pilotos demissionários. Desde Vettel, a equipe se volta para um piloto só. Webber não foi vice nenhuma vez durante o tetracampeonato do alemão.
Até aí, tudo normal. Pega Hamilton com a Mercedes e a McLaren pós Alonso, Schumacher, o próprio espanhol, Hakkinen... A exceção é quando colocam dois pesos pesados, questões políticas ou quando um carro é tão superior ao resto que aí é permitido um conflito interno, vide Hamilton vs Rosberg.
É evidente que a Red Bull vai fazer tudo ao redor de Max Verstappen, desde o carro até as características que extraiam o melhor do estilo de pilotagem. Vocês são inteligentes. Todo mundo que pega esse segundo carro vira um pangaré constrangedor. Será que todos eles são ruins?
Qual a solução? Daqui a pouco, Lawson será a próxima vítima. Os cotados para irem a abatedouro são Tsunoda e até Franco Colapinto, o cara mais assediado do paddock no momento.
Como recusar a Red Bull, que tem duas equipes? Dizem que Tsunoda sai no fim do ano, quando também se encerra a parceria com a Honda.
A regra não permite um carro por time, mas há solução para os taurinos? Como fazer com que um piloto razoável não pareça um Ide para Helmut Marko?
Perseguiram Checo por anos, pediram a cabeça dele por um novato mediano qualquer e o resultado está aí. Eles não entenderam. Alguns de vocês também não.
Espero que, agora, que os pingos tenham ficado em todos os is.
Até!

